:: Fåle Cønøscø ::
ICQ:
94381851
MSN: tenshigarou@hotmail.com
Skype: fanta.laranja
E-Mail: fantalaranja@terra.com.br


:: Røtuløs_ ::
Nome:
Cristiano Wesolowski Molina
A.K.A.: Åtåri, Ånjø, Seråph, Årmånd
Release: 16/08/1982
Versão: 2.3b
Sobre o blog: Uma viagem através da dualidade da minha alma. Tempestades de raios, anjos, demônios, vampiros, magia, Lei de Murphy, sinais, probabilidades, consequências, fatores, quintessência, efeito e paradoxo, a verdadeira percepção da realidade, os 7 Pecados Capitais, códigos de honra, caminhos mal traçados, vidas bem vividas, MP3 em volume máximo, Anos 80, Atari (e outros saudosismos), Rock Gaúcho, Música Eletrônica, New Metal, caçadas pela noite (em busca não sei do que), amores que vem e vão, segunda-feira, rótulos, embalagens e conteúdo, coisas nerds e a vida geek. Enfim, viver a vida, e acreditar que além das nuvens da tempestade, existe sempre um céu azul.
Natureza: Nonsense
Comportamento: Bon Vivant
RLZ: Meu quarto, RPG, som alto, a noite de Porto Alegre, tempestades de raios, música , música, mais música, um pouco de música, e a perspectiva de que sempre existe algo melhor adiante.
SUX: Rotina, vida suburbana, segunda-feira e qualquer pequeno ser com mais de 4 pernas. Ah, pessoas falsas têm uma passagem de primeira classe para a casa do meu cachorro, e pessoas que ficam pedindo comentários em seus blogs são totalmente desprezadas.
Frase: "Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo."
Autodefinição: 50% vampiro, 50% anjo e 100% sem vergonha. :P
Os amigos dizem: Inteligente, porém não muito esperto.
Elas espalham: Gostoso porém sem muita autoconfiança.
Qualidades: Ser leal às amizades e ajudar os outros sem pensar. Ser versátil e me adaptar com facilidade sempre que necessário. Saber me expressar.
Defeitos: Sempre esperar retorno das coisas que eu faço pelos outros, o que nunca vem. Meter os pés pelas mãos, me defender machucando quem se aproxima demais e ser inconstante como o mar.
Religião: Oficialmente, Católica. Na prática, Agnóstica. Quer entender? Entra na fila.
Estado Civil: Namorando
Mulher Ideal: Inteligência aliada à um refinado senso de humor. Tem que gostar de mim, me fazer bem, e é claro, ser atraente física e mentalmente. Não sou hipócrita pra dizer que beleza não conta, pois é claro que conta.
Fetiche: Pescoços. Adoro pescoços, hehehe.
Comida: Carne, muita carne.
Fora da casinha: Rum Montilla Ouro
Cor: Depende do meu humor. Gosto de verde e de azul.
Roupa: Preta
Música: Pato Fu - Sobre o Tempo
Filmes: Anjos Rebeldes, Cidade dos Anjos, Highlander, Matrix, Clube da Luta, Alta Fidelidade, Wasabi, Underworld, Pulp Fiction, Ghost Dog, Bad Boys, Brother, Returner.
Livro: O Senhor da Chuva - André Vianco
Gibi: Fathom - Top Cow
Objeto: Betty² (meu PC)
Stuff: Carteira, chave de casa com uma @ de metal, chip de computador no pescoço, celular e óculos (escuros ou de grau, que também é escuro).
Lugar: Minha nuvem negra.
Bandas: Graforreia Xilarmonica, Darling Violetta, Pato Fu, TNT, Linkin Park, Rammstein, A Perfect Circle, Pink Floyd, Morphine, Sister Hazel, Blues Traveller, Weezer, The Ataris, Coldplay, Semisonic, Yellowcard, Placebo, Incubus, The Corrs e mais muita coisa.
Ainda Vou Fazer: Trabalhar de vendedor em uma Sex-Shop, ser limpador de janela de edifício, ter um programa de rádio, saltar de para-quedas e andar pelo mundo em uma moto ou carro antigo, sem destino.
Jamais Vou Fazer: Usar um "Template by Marina"!!!
Sonho de Consumo: Um carro que realmente corra mais rápido do que minha vida possa me alcançar.
Projeto de Vida: Ter meu próprio pub/café/danceteria/ou qualquer outro estabelecimento noturno (eu e a torcida do flamengo; de repente todos os meus amigos têm o mesmo sonho), e quando eu cansar da vida em POA, vendo tudo e me mudo pra praia, viver como shapper e me casar com uma guria linda que me ame (ou envelheço e me torno o "solteirão charmoso" do pedaço).
Uma Personalidade: O Seu Molina, meu pai.
Estuda: O código fonte da Matrix (e nas horas vagas, Administração/Marketing).
Profissão: Técnico em Informática/Webdesigner
Emprego: Analista de Suporte Técnico
Altura: 1,75m. (baixinho porém útil)
Cabelo: Ruivo Claro Ondulado
Olhos: Verdes
Tatuagem: Por enquanto, só uma. Pretendo ter mais, e me chamam de louco por querer fazê-las.
Estilo: Fashion, Clubber, MIB, Matrix, Alternativo, peudo-gótico-geek, surfista, skatista, grunge, boy, mafioso ou qualquer outro que me der na telha quando eu abrir o guarda-roupa.
Celular: Nokia 5125 preto emborrachado

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01/03/2004
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"Eu nunca disse que seria perfeito, apenas posso oferecer meu melhor e meu pior, e esperar que seja o suficiente."
- Cristiano Molina

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quarta-feira, 22 de novembro de 2006

:: Migração!!! ::

Então é isso galera, finalmente, estou migrando de vez para o Blogspot.

Novo endereço, novo blog, novo nome, tudo novo. Só o mala aqui ainda é o mesmo, hehehe.

Acessem aí:

www.sunsetrider.blogspot.com

Comentários, deixem lá!

Cristiano Molina
- Sunset rider...


Registrado por Cristiano Molina às 09:42:24, horário da Terra.

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terça-feira, 28 de março de 2006

:: Update ::

Apenas para avisar, que eu estou vivo. O novo blog está demorando mais do que o previsto pra sair, por motivos de força maior, mas está a caminho.

Enquanto isso, eu fico aqui com a chuva que cai em Porto Alegre, pensando na minha gatinha...

Cristiano Molina
- Running...


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terça-feira, 10 de janeiro de 2006

:: Everybody's Changing ::

"Everybody is changing (and now I feel the same)"

Pois é pessoas, eu estou vivo, porém o meu blog está prestes a morrer.

Não, não se assustem, não vou deixar de escrever. Apenas estarei me mudando de vez, e abandonando o Weblogger. Agora mesmo, enquanto estou escrevendo, não tenho certeza de que vai funcionar. O Weblogger conseguiu atingir o anti-ápice da qualidade nos serviços gratuitos de internet, e por este motivo estarei abandonando o servidor. Foram quase 5 anos por aqui, em 3 blogs diferentes.

O primeiro foi o que me trouxe notoriedade, o "Blog do Anjo", no final de 2001, que foi criado seguindo minha identidade na época. Toda a história das nuvens começou naquela época, em que eu fiquei conhecido como "O Anjo". O blog foi uma evolução natural do meu antigo site, em que eu falava sobre assuntos diversos, desde festas e livros, até religião, tinha outros colunistas que escreviam lá também, etc. Apesar do site ser mais antigo, foi somente com o "Blog do Anjo" que eu realmente aceitei minha "veia literária". O blog durou até setembro de 2003, e foi encerrado com mais de 37 mil acessos, com direito a comentários de alguns ilustres e famosos.

Ainda na época do "Blog do Anjo", em meados de 2002, eu NÃO lancei meu segundo blog. Era um blog com um nome bem sugestivo, que nunca teve o endereço divulgado para ninguém, e que acabou tendo diversas versões, sempre sendo excluído e recriado, até culminar com a versão que agora estou tirando do ar. O blog servia apenas para eu organizar as idéias e pensamentos que eu atribuía ao meu "lado negro". Nunca passei o endereço para ninguém, apesar de que por vezes tive alguns leitores assíduos, que pareciam incentivar minhas ações. Pessoas são estranhas.

Em setembro de 2003, por uma sequência de fatos complicados, acabei abandonando a alcunha de "Anjo" (que voltei a aceitar uns 2 anos depois), e também resolvi largar de vez qualquer coisa que fizesse com que as pessoas tivessem qualquer idéia errada sobre mim. A imagem de "anjo" muitas vezes me prendia, como se eu não pudesse fazer nada que não fosse "correto" ou "altruísta". Então, me baseando em uma filosofia que eu sempre segui, mas que nunca havia de fato colocado em palavras, surgiu "A Nuvem". "Dark Clouds in a Blue Sky" (nuvens negras em um céu azul) veio carregado de início com uma certa mágoa, mas depois foi evoluindo, para o que depois se tornou um dos meus maiores sucessos pessoais.

Ao longo dos últimos 2 anos e meio, a Nuvem cresceu, e acabou indo além de um simples blog, além de um simples "querido diário", como a maioria dos blogs. Claro, houveram momentos (e até períodos inteiros) de "querido diário", mas o conceito do blog em si nunca foi esse. Durante este tempo, depositei aqui muitas das minhas alegrias e tristezas, as vezes disfarçadas em meio a palavras e idéias, em meio a outros assuntos. Mas o forte do blog sempre foram meus textos malucos, falando sobre diversos assuntos, mas normalmente relacionados às pessoas, comportamento humano e, principalmente, questões envolvendo o relacionamento entre as pessoas.

Mas o que talvez seja mais relevante é que, ao longo de 2 anos e meio, o blog atingiu a incrível marca de 97 mil visitas. E com certeza passaria fácil a marca dos 100 ou até mesmo 150 mil, não fosse a estrutura precária mantida pelo Weblogger, que tantas vezes me impediu de atualizar o conteúdo do blog. Acho que essa quantidade generosa de leitores, assíduos ou não, que vieram visitar a Nuvem foi uma das maiores provas de que alguma coisa certa eu estava fazendo aqui.

Mas acho que a maior recompensa foram de fato algumas poucas pessoas que evoluíram do status de "leitores" para o status de "amigos". A Nuvem me trouxe algumas pessoas, que de certa forma vieram para ficar, e sou muito grato por isso. Fico muito feliz quando paro para pensar que as palavras que eu jogava aqui de alguma forma aproximaram pessoas tão fantásticas da minha vida. Comparado a isto, eu orgulho de ler meus textos e realmente gostar deles fica até pequeno, hehehe.

Mas então, quase 100 mil leituras depois, cá estou eu, anunciando que em breve a Nuvem estará sendo desfeita. Estará dando lugar para um céu azul, daqueles de dar gosto de ver. O novo blog, inicialmente, nada terá a ver com o atual. O conceito que estou trabalhando para ele é diferente, mais a ver comigo atualmente, e eu espero que um dia ele atinja as mesmas marcas que este aqui, e que as duplique, triplique, enfim... Espero que vocês gostem do que encontrarão lá.

Por enquanto o novo endereço fica em "suspense", pois ainda estou trabalhando o layout, desenvolvendo a proposta visual e preparando material, mas espero em breve poder estar brindando vocês com meu mais novo refúgio. Até lá, estou nos mesmos lugares de sempre... Vocês sabem como me encontrar.

"See you, space cowboy..."

Cristiano Molina
- Agradecido pelo tempo que passei nas nuvens...


Registrado por Cristiano Molina às 17:11:14, horário da Terra.

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

:: IT'S ALIVE! ::

O WEBLOGGER ESTÁ DE VOLTA!!!

Pois é, depois de SEMANAS fora do ar, e sem dar satisfação alguma para os usuários, o Weblogger voltou. Menos mal, pq eu já estava recebendo e-mails do tipo "está tudo bem? tu está vivo?" Não que eu nunca tenha ficado algum longo período sem postar, mas sempre tem alguém pra me cobrar quando o faço.

De qualquer forma, postzinho rápido, só pra dizer que estou vivo.

Fiquem com a luz!

E dêem uma checadinha no meu Fotolog!

E dêem uma olhada no site da festa do Kamui, que é neste sábado, dia 17/12!

www.rdrevival.rg3.net

Fui eu que fiz! Heheheh...

Cristiano Molina
- Morrendo de sono e de saudade...


Registrado por Cristiano Molina às 00:08:05, horário da Terra.

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sábado, 12 de novembro de 2005

:: Saber ou não saber ::

Não importa o assunto, o ambiente, o momento. Especialistas são chatos, e ponto. Não importa qual o contexto, aquele sujeito que parece saber absolutamente tudo sobre determinado assunto, que tem certeza de tudo que fala, costuma perturbar as outras pessoas, que não sabem tanto quanto ele.

Alguns diriam que isso é inveja, que as pessoas que não sabem tanto quanto ele simplesmente se sentem ressentidas pelo outro estar ali, "se exibindo". Mas é fato, especialistas costumam ser chatos, pois pecam em alguns detalhes.

O especialista costuma ser prepotente quando fala, assumindo uma postura superior, como se estivesse fazendo um favor ao mundo, ao compartilhar seus conhecimentos. E ai daquele que discordar! O especialista tem uma certeza tão grande ao falar que, mesmo sem ter bons argumentos, consegue fazer qualquer leigo ou amador se sentir humilhado. Não é tanto o que ele fala, mas o jeito que ele fala.

Outra coisa que irrita as demais pessoas, é o costume do especialista em dar mais informação do que o necessário sobre determinado assunto, dar detalhes demais. Quando alguém pergunta se aquele é o novo filme do diretor fulano, o especialista vai citar toda a filmografia do sujeito, explicando porque o diretor escolheu aquela locação, e porque ele escolheu determinado ator para o papel principal (e aí entra um relato de pelo menos os últimos 4 filmes que o ator estrelou).

Mas não podemos tirar o mérito do especialista. Não é nada fácil se dedicar à determinado assunto, destinar um tempo mínimo do seu dia ao seu objeto de estudos, buscar informações, gravar tudo isso, procurar a pronúncia certa para o nome daquele físico alemão, e manter-se sempre atualizado. E cá entre nós, é sempre uma grande satisfação olhar no espelho e saber que, pelo menos em alguma coisa, você é realmente bom.

Mas o especialista também tem que tomar cuidado, quando em ambientes sociais. Interagir com pessoas é uma ciência com raríssimos especialistas, mas não quer dizer que certos cuidados básicos, pequenos detalhes, não possam ser observados por qualquer um de nós. E acho que o principal deles é tomar cuidado para não exagerar.

Quando eu começo a falar de RPG, por exemplo, costumo me empolgar. É a mesma coisa com música, com Sci-Fi, com oitentismo. Não, eu não sou um especialista, bem pelo contrário. Sou um apaixonado por estas coisas. Mas o resultado nas pessoas é o mesmo, principalmente quando alguém fala algo que eu não concordo, ou que aos meus ouvidos soe como "besteira". Mas aos poucos fui aprendendo a me controlar, não exagerar na dose de informações, diminuir o ar arrogante, e me tornar mais aberto à visão dos outros. Claro, ainda tenho meus rompantes, mas quem não tem?

Tenho alguns poucos grandes amigos, pessoas pelas quais tenho grande apreço, e "cujas amizades pretendo levar para o túmulo" (parafraseando meu grande amigo Kamui), e quase todos são "pseudoespecialistas" em alguma coisa. Devo admitir que é não apenas interessante, como empolgante ouvi-los falar de suas paixões, mas as vezes isso cansa. Um problema com os especialistas (e também com os apaixonados, como eu) é que eles não costumam ser abertos às idéias dos outros, e isso as vezes gera algum atrito.

Na vida, em todos os aspectos, precisamos aprender a ser razoáveis, e racionais. Fechar a cara, bater na mesa, dar as costas, dizer "ok, é a tua opinião", com um tom magoado e ferido, não resolve nada. Da mesma forma, tentar forçar tua opinião sobre outra pessoa, por mais certeza que você tenha de estar certo, sem dar bons argumentos, sem tentar mostrar para a pessoa porque você pensa assim, resolve menos ainda. Diálogo é uma ciência, e nos falta bons especialistas nessa área. Pensando bem, se tivéssemos pelo menos bons amadores, já seria de grande valia.


:: The Tødåy ØST ::

Sábado de sol, sem uma nuvem no céu, brisa amena de sul, e eu com vários CDs novos pra escutar. Andei baixando alguns acústicos internacionais da MTV, e mais algumas outras coisas. Bem, fiquem aí então com Stereophonics. Por aqui está rolando somente a música "Dakota" nas rádios, mas escutei o CD dos caras essa semana e é um daqueles raros casos em que escutamos um CD inteiro, do início ao fim, e não tem nenhuma música ruim. Escolhi essa música por motivos pessoais, que remetem ao passado, e também ao futuro. E um abraço especial pro meu pai, o grande Seu Molina, para o qual desejo força agora nesse momento complicado...

Rewind
Stereophonics


It's your time
It's your day
It's never too late
To change lanes
How's your life?
How's your place?
Was it where you wanted
Your head to lay?

But wait, you can breathe
You can see what I can see
Don't waste your time
You can't make back

If you could rewind your time
Would you change your life?
Rewind your time
Would you change your life?

Do you like you?
Do you love your wife?
Or did you pick what
You're told was right?

Dream and be
What you feel
Don't you compromise
What you wanna be

'Cause change is okay
What's the point in staying the same
Regrets, forget what's dead and gone

If you could rewind your time
Would you change your life?
Rewind your time
Would you change your life?

If Jesus rode in on a camel today
With your cross on his shoulder
Time to take you away
Have you done all you wanted?
Are you happy and warm?
Do you miss someone special
You don't see anymore?

Have you blood on your hands?
Do you dream of white sands?
Can you sleep well at night?
Have you done all you can?
The place I was born in
Stays crooked and straight
I see innocent blue eyes
Go blind everyday

Rewind your time
Would you change your life
Rewind your time
Would you change your life...

Today...


Cristiano Molina
- Especialista em... ahm... nada?


Registrado por Cristiano Molina às 17:56:47, horário da Terra.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2005

:: Sessão TV ::

Sessão TV (ou "Sim, eu também gosto de seriados bobos"). Não sou muito de escrever sobre TV, filmes, seriados, essas coisas. Porque? Porque tenho muitos amigos especialistas no assunto, capazes de referenciar um personagem coadjuvante de um novo seriado, ligando-o à uma tendência de moda usada nos filmes mudos dos anos 40, defendendo ainda sua opinião sobre como aquilo mudou sua vida, ao chamar sua atenção para o movimento pós-modernista ligado aos ciclistas manetas do leste europeu. Eu não tenho tantas referências. Eu só assisto TV.

De qualquer forma, falar sobre TV para mim é chato, porque o assunto acaba ficando batido, de tanto que eu leio e escuto sobre isso. Mas as vezes eu sinto vontade de falar disso, como agora. Ontem assisti o primeiro episódio da quinta temporada de Smallville, que estreou aqui no Brasil (2 ou 3 meses depois de estrear nos EUA, mas e qual a relevância disso?). Cara, eu gostei. Uma pena que eu perdi quase toda a quarta temporada, então estou um pouco perdido, mas realmente gostei. Agora as coisas finalmente começam a se encaminhar para o nascimento do "Superman", e ver uma Fortaleza da Solidão igual a do filme original de 78 foi algo. Claro, não precisava colocar os asseclas do Zod de novo (realmente, acho que foi meio irrelevante para a história, pelo menos em um primeiro momento), mas deu pra relevar (a atriz até era parecida com a original). Sem falar que gostei do aparecimento daquele que eu creio ser o Brainiac, no final do episódio.

A esmagadora maioria das pessoas que gostam de HQ e seus derivados preferem a Marvel, a Image, a Vertigo, etc, mas eu sempre preferi a DC. Os heróis da DC são mais "heróis", entendem? É mais aquela coisa "utópica" do herói, que salva o mundo sem pedir nada em troca, com poucos dramas (sem aquela coisa de "precisamos salvar um mundo que nos odeia" que é usado em 70% dos personagens da Marvel), e com personagens com backgrounds bastante ricos. Gosto de Smallville, é um bom programa pra assistir com os pais.

Agora, mudando de seriado, ontem logo depois de Smallville estreou um seriado novo muito interessante: Supernatural. Historinha básica: dois irmãos, que perderam a mãe em circunstâncias misteriosas, seguem o pai em uma cruzada contra o sobrenatural, para caçar o "algo" que matou a mãe deles. Adoro essas coisas de sobrenatural, principalmente quando envolvem entidades como fantasmas, vampiros, demônios, anjos e outras coisas do gênero. Gosto mais ainda quando o foco da estória está em pessoas totalmente normais, tentando entender o que está acontecendo. Pelo pouco que eu vi no primeiro episódio (afinal não dá pra saber exatamente como um seriado é logo no primeiro episódio), a base teórica que foi usada no seriado está muito bem fundamentada. Gostei também. Dá até pra levar uns sustinhos beeem de leve, provavelmente vou acompanhar as noites de terça na Warner.


:: The Tødåy ØST ::

O dia de hoje está passando meio preguiçoso. A música que embala hoje também é meio preguiçosa, apesar do nome. Muito boa de ouvir, como era de se esperar do Coldplay. Essa música me lembrou um pouco alguns dos trabalhos da banda argentina Soda Stereo.

High Speed
Coldplay


Can anybody fly this thing?
Before my head explodes
Or my head starts to ring

We've been living life inside a bubble
We've been living life inside a bubble

Confidence in you
Is confidence in me
Is confidence in high speed

Can anybody stop this thing?
Before my head explodes
Or my head starts to ring

We've been living life inside a bubble
We've been living life inside a bubble

Confidence in you
Is confidence in me
Is confidence in high speed

In high speed
High speed

High speed you on
High speed you on
High speed you on
High speed you on


Cristiano Molina
- Living life in high speed...
- Fotolog atualizado...


Registrado por Cristiano Molina às 15:16:05, horário da Terra.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2005

:: Relatos da Província: O Caminho ::

E na província, os dias continuam passando...

Tem dias em que a gente quer escrever, mas parece que a criança nasce morta, sabe? Tudo que tu começa, não vinga, simplesmente recebe um "backspace", e já era. Não era pra ser. Ando meio assim, meio chateado com algumas coisas que têm acontecido, desapontado, e tenho lutado (as vezes com sucesso, outras vezes sem) para não deixar que isso atrapalhe outros aspectos da minha vida. Mas todos têm problemas, e para cada um de nós, os nossos problemas são bastante insolúveis, mesmo que para os outros pareçam bastante simples.

Esses dias eu estava pensando nisso. Porque quando falamos sobre algum problema com algum amigo, a pessoa sempre tem uma solução simples e fácil de implementar, que na teoria parece funcionar tão bem, mas que sabemos que não pode ser aplicada na prática, no nosso problema específico? É engraçado pensar isso, porque as pessoas gostam de falar sobre seus problemas comigo, mesmo que eu não tenha nenhum conselho pra dar. As vezes eu acho que as pessoas só precisam desabafar...

De qualquer forma, apesar dos problemas, as coisas têm acontecido de maneira boa nesses dias. No geral eu tô legal, vida corrida, sem muito tempo pra muitas coisas, mas conseguindo gerenciar a falta de tempo pra poder aproveitar os prazeres que a vida me traz. E é claro, abrindo mão de um tempo a mais de sono, para poder ouvir minha dose diária de música, sem MSN, sem ICQ, sem e-mail, sem navegação nem nada, simplesmente sentar na frente do PC, botar meus fones e ficar ouvindo música.

Tenho sentido falta da chuva, sabe? Mas agora não estou podendo aproveitá-la, visto que ando meio vulnerável às gripes, e não dá pra ficar gripado tendo tantas coisas pra fazer. Poxa, logo eu, que sempre gostei tanto de andar na chuva, de ficar parado pensando na vida, sentindo a "água que cai do céu" descer nos meus ombros.

Esses dias eu estava pensando. As pessoas podem ser bastante hipócritas, e não ser hipócrita muitas vezes pode ser visto como "ridículo" ou "fantasioso". Estava pensando nisso ao ouvir algumas músicas, ver comunidades do Orkut, pensar em idéias e poesias. Tantas idéias e valores passados por nós, pensados por nós, almejados por nós, adorados por nós, em tantos lugares, no final não passam de pura poesia, somente idéias. É difícil, de fato, viver tais valores. E as vezes eu penso que foi um erro ter lido tantas vezes o Hagakure, pois quando se age de maneira fiel aos próprios valores, podemos cometer muitos erros, pois nem sempre os nossos valores são os mesmos valores das outras pessoas com quem convivemos.

É, talvez eu tenha cometido alguns erros, talvez muitos erros, e tenha de fato essa mania chata de pregar moral de cueca muitas vezes. Mas se uma coisa eu aprendi com meu pai, é que um erro não justifica o outro, e que por mais que muitas vezes eu aja de maneira errada, e tenha falhas de caráter normais a qualquer pessoa, não sou o monstro que muitas vezes tentaram me fazer crer que eu sou. Eu erro, eu falho, e muitas vezes sou insuportável, mas quando eu erro, eu procuro admitir isso. Mesmo que eu precise receber um bom puxão de orelha dos amigos para isso, hehehe. Se eu fico quieto, as vezes não é porque eu não concorde. É porque fiquei sem argumentos mesmo, e achei melhor ficar quieto e refletir sobre o que ouvi. Mas nem sempre, ok? Hehehe.

Agora, se tem uma coisa que eu realmente percebi que me afeta um pouco, é quando falam mal do meu personagem de RPG. Idiota né? Hehehe. Tá certo, ele é muito forte, mas não é roubado, poxa. Cada pontinho gasto nele foi bem pensando, e planejado, e eu não tenho culpa se eu jogo com o mesmo personagem há quase 6 anos! Depois de tanto tempo de dedicação ao mesmo personagem, é natural que ele tenha poder, oras. Acho errado cruscificar um jogador por ser fiel e saber usar um personagem, ainda mais quando o próprio telhado do algoz é de vidro.

De qualquer forma, o dia tá bonito, e eu tenho que ir tomar meu banho, pra encontrar minha gatinha. ;)


:: The Tødåy ØST ::

Ando diversificando minha musicoteca, para coisas mais óbvias e "pop" (não no sentido musical, mas sim de ser popular, mais conhecido, comum). Fica então um pouco do que eu baixei ontem no Seu eMule.

3x4
Engenheiros do Hawaii


Diga a verdade ao menos uma vez na vida
Você se apaixonou pelos meus erros
Não fique pela metade
Vá em frente, minha amiga
Destrua a razão desse beco sem saída

Diga a verdade
Ponha o dedo na ferida
Você se apaixonou pelos meus erros
E eu perdi as chaves
Mas que cabeça a minha!
Agora vai ter que ser para toda a vida

Somos o que há de melhor
Somos o que dá pra fazer
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher

Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho
Feitos um pr'o outro... feitos pra durar
Uma luz que não produz sombra

Somos o que há de melhor
Somos o que dá pra fazer
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher


Cristiano Molina
- Tropeçando n'O Caminho...


Registrado por Cristiano Molina às 16:59:25, horário da Terra.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2005

:: Relatos da Província: Honra ::

E na província, os dias vão passando...

Tenho estado melhor, apesar de uma ou outra burrada. Alguma coisa mudou depois da cirurgia, redescobri em mim algumas características que eu julgava ter abandonado de vez anos atrás. Isso me trouxe algumas lembranças nada boas, de tempos em que eu não somatizava minhas frustrações, e simplesmente manifestava toda a minha indignação e raiva livremente. Tempos em que eu não era tão controlado, em que eu não era o "oito ou oitenta", era "sempre oitenta" mesmo. Mas pude sentar e conversar com algumas pessoas com quem me sinto mais ou menos a vontade, falar, e escutar (principalmente escutar).

Nem tudo o que me falam é aproveitável, pois como sempre, cada pessoa tem seu ponto de vista com relação a minha pessoa, e nenhum desses pontos de vista é absolutamente certo. Nem mesmo o meu. Autoconhecimento é uma ilusão que algum mestre zen colocou na listinha de "resoluções de ano novo" do mundo, e aí tem gente que passa a vida toda procurando isso. Não dá pra se conhecer totalmente, o melhor que a gente faz é tentar conhecer o máximo possível de nós mesmos, e tentar gerenciar o que conseguimos.

Mas algumas coisas do que me falam pode ser, e tem sido, aproveitadas. Quando o ímpeto é falar, eu calo. Quando o ímpeto é gritar, eu sussurro. Quando o ímpeto é atacar, eu me retiro. Acho que é isso o que chamam de autocontrole. Não é ser alguém calmo o tempo inteiro, e sim conseguir controlar o momento em que devemos de fato explodir, e quando devemos segurar a força crescendo dentro do peito, e simplesmente ficar parado, onde estamos. Autocontrole é saber quando devemos agir, e quando devemos simplesmente não agir. Estou longe de alcançar esse autocontrole, mas pelo menos já sei como encontrá-lo. Agora é só treinar, mas é difícil saber diferenciar cada momento, e tomar a decisão correta.

Mas o título do post nada tem a ver com o que eu falei até agora. O que eu gostaria de falar é sobre honra, ou qual a diferença entre "honra" e "vaidade". Até que ponto devemos tolerar a vaidade de outra pessoa, mesmo sabendo que isso pode incorrer em perigo para ela, e para outros? O quanto vale uma amizade, quando posta a prova em nome da vaidade? Sei lá...

Quando alguém simplesmente cerra os olhos e os ouvidos, e se nega a seguir uma simples imposição que visa preservar a segurança desta pessoa e de outras, em nome de um orgulho bobo, uma vaidade sem sentido... Esta pessoa está agindo de forma errada? Alguém vai ser menos homem, se admitir uma limitação temporária para desempenhar uma tarefa? Ao meu ver, não. Ao meu ver, o ser "homem de verdade" é agir de maneira honrada, reconhecendo os próprios erros, evitando errar quando possível, e quando o erro já foi cometido, o mínimo que se espera é uma retratação, um pedido de desculpas.

Honra nada tem a ver com ser capaz de ir para casa sozinho, com terminar a noite tendo mais uma conquista em seu "score", em vencer uma discussão e dominar os outros pela força ou teimosia. O homem honrado é sábio, e sabe reconhecer quando está errado. Sabe reconhecer quando os outros agem contra sua vontade, mas no interesse de seu próprio bem. O homem que coloca a vaidade acima das amizades que cultivou durante uma vida inteira não é honrado. Não é sábio. Acaba por se tornar nada mais do que um bufão solitário, cercado de interesses.

Agora, com todos os meus conflitos internos, como saber se agi de maneira correta ao me opôr contra alguém que agiu pensando apenas em sua própria vaidade, que ele pareceu defender com a mesma ferocidade com a qual defenderia sua honra? Como saber se agi de maneira correta, ao colocar a prova uma amizade, para tentar defender este amigo dele mesmo? Se agi de maneira correta, porque parece ser a pior parte de mim que se alimenta desta situação? Porque as sombras se erguem, quando tentei usar a luz para combatê-las?

Questões complicadas demais para uma madrugada entre domingo e segunda-feira. É, complicado demais para pensar nisso, junto com outras preocupações que venho tendo, com pessoas que me são muito caras. Mas aqui, na província, os dias vão passando, e as pessoas também me trazem alegrias. Amizades enfraquecidas se opôem a amizades reforçadas, e a presença iluminada da minha linda namorada ao meu lado me faz sorrir mesmo enquanto durmo. E é isso que vou fazer agora: dormir. Minha mente precisa de descanso, para resolver tantas questões...


:: The Tødåy ØST ::

Bem, a trilha de hoje é pra vcs irem se acostumando. Em breve, espero que ela se torne bastante íntima de vcs, bem como algumas outras músicas da minha coleção pessoal de bandas que ninguém conhece, hehehe. Fiquem com os caras da "The Dandy Warhols", e a música é "Bohemian Like You". Essa vcs não escutam no rádio...

Bohemian Like You
The Dandy Warhols


You've got a great car,
Yeah, what's wrong with it today?
I used to have one too,
Maybe you'll come and have a look.
I really love your hairdo,Yeah,
I'm glad you like mine too,
See what lookin' pretty cool will get ya.

So what do you do?
Oh yeah I wait tables too.
No I haven't heard your band,
Cause you guys are pretty new.
But if you dig on Vegan food,
Well come over to my work,
I'll have them cook you something that you'll really love,

Cause I like you,
Yeah, I like you,
And I'm feelin so Bohemian like you,
Yeah, I like you,
Yeah, I like you,
And I feel wahoo, wooo

Wait,
Who's that guy,
Just hanging at your pad.
He's looking kinda blah,
Yeah, you broke up that's too bad.
I guess its fair if he always pays the rent,
and he doesn't get bent about sleeping on the couch when I'm there,

Cause I like you,
Yeah I like you,
And I'm feeling so Bohemian like you.
Yeah I like you,
Yeah I like you,
And I feel wahoo, woooo

I'm getting wise,
and i'm feeling so Bohemian like you,
It's you that I want so please,
just a causal, casual easy thing.
Is it? It is for me.
And I like you,
Yeah I like you,
And I like you, I like you,
I like you, I like you,
I like you, I like you
I like you.
And I feel wahoo, woooo


Cristiano Molina
- Clearing my mind of all the sickness in the world...


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quinta-feira, 13 de outubro de 2005

:: Relatos da Província: O mundo é bão! ::

E na província os dias vão passando, a vida vai seguindo e as pessoas tentam tirar o melhor que puderem de cada dia. Não dá pra reclamar muito da vida, as coisas podem nem sempre sair como a gente quer, mas no fundo "o mundo é bão, sebastião". Não é? Feriadinho do bem, apesar de eu ter ficado preso quase 1h30 por causa da procissão dos motoqueiros de Nossa Senhora. Passar o dia bem acompanhado da minha gatinha, com direito a churrasco e musical antigo no DVD.

Ontem, terminei a noite sozinho na nuvem, no escuro, deitado de fones de ouvido, ao som do grande Frank Sinatra. Porque acham tão estranho um cara da minha idade gostar de Sinatra? É bom, dá vontade de dançar. Sinatra é uma ótima companhia para uma noite romântica, ou simplesmente para ficar em casa sozinho, tomando um bom vinho e lendo um livro. Ok, eu sei, sou estranho. Mas quem não é? Aposto que todo mundo que está lendo isso tem alguma preferência musical estranha, não condizente com o "padrão" no qual está inserido. Pelo menos as pessoas mais interessantes, hehehe.

Ah, e preparem-se, pois pretendo lançar ainda esse mês o meu Podcast. O que é um Podcast? Bem, trocando em miúdos (visto que não estou afim de dar o conceito técnico da coisa) vai ser uma espécie de "programa de rádio", que inicialmente terá periodicidade quinzenal, com duração ainda não definida entre 30 e 60 minutos, onde eu apresentarei curiosidades sobre diversos assuntos, mas principalmente música. Também darei algumas pinceladas sobre os mesmos questionamentos e questões da vida provinciana que rola aqui no blog, e é claro que vai rolar muita música também, da minha coleção pessoal de "coisas que eu escuto e que as outras pessoas não conhecem ou não costumam escutar" (e volta-e-meia algum grande clássico). O Podcast já tem nome certo, e já estou preparando sistema, layout, seleção, etc. Só falta consertar meu headset, hehehe.

De qualquer forma, as coisas estão indo bem. Suando pra pagar as contas, a campanha do "Faço Carreto" está por enquanto dando resultados tímidos, mas espero ter um aumento no retorno em breve, com algumas atualizações da campanha que estou bolando e algumas parcerias que estou fechando; e sigo me aprimorando em algumas coisas novas, para aumentar meu currículo e minha gama de serviços oferecidos. Ao mesmo tempo, estou tentando achar coragem para entrar no tal "mundo da matemática". Medo...


:: The Tødåy ØST ::

Apesar de o Grande Mentor Sinatra estar na minha mente, acho que o responsável pela trilha hoje vai ser o Nando Reis. Por motivos não tão óbvios, mas ainda assim bastante relevantes...

Não Vou Me Adaptar
Nando Reis


Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia
eu não encho mais a casa de alegria
os anos se passaram enquanto eu dormia
e quem eu queria bem me esquecia

será que eu falei o que ninguém ouvia?
será que eu escutei o que ninguém dizia?
eu não vou me adaptar, me adaptar

eu não tenho mais a cara que eu tinha
no espelho essa cara já não é minha
é que quando eu me toquei achei tão estranho
a minha barba estava deste tamanho

será que eu falei o que ninguém ouvia?
será que eu escutei o que ninguém dizia?
eu não vou me adaptar, me adaptar


Cristiano Molina
- Foco! Foco! Foco!


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quarta-feira, 28 de setembro de 2005

:: FAÇO CARRETO ::

ISSO MESMO!!! FAÇO CARRETO!!!

Estava eu, como todo bom brasileiro, fechando minhas contas do mês que termina e planejando o mês que vai iniciar, e como todo bom brasileiro constatei que minha receita não está satisfatoriamente maior do que minhas despesas (na verdade, corre o risco de ficar até menor, para o meu desespero).

Então resolvi lançar a campanha "Faço Carreto", na qual um valioso profissional da informática se oferece para serviços diversos para clientes privados ou públicos, que estejam atrás de serviço de boa qualidade e com agilidade na entrega.

Serviços Oferecidos:
- Visitas técnicas, assistência online, manutenção, upgrade e instalação de software e hardware, bem como aulas particulares de diversos softwares.

- Desenvolvimento de material publicitário, folders de festas, material para restaurantes, cartões de visitas ou qualquer outro material impresso.

- Desenvolvimento de sites institucionais, promocionais, hotsites, layouts em geral, templates para blogs, logotipagem, identidade corporativa, atualização de conteúdo (online e offline), digitação, arte-final e diversos outros serviços. Basta consultar!

Preço, prazo e qualidade. Tudo é negociável!

Interessados, entre em contato direto comigo:
fantalaranja@terra.com.br.

Faço Carreto! Uma campanha de Cristiano Molina!

PS.: Também aceito doações. Caso tenha interesse, me consulte!

Cristiano Molina
- Presidente do FAF/CM (Fundo de Assistência Financeira ao Cristiano Molina)
- Blog passou dos 90.000 acessos. Falta pouco para os 100.000!!!


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terça-feira, 27 de setembro de 2005

:: Andanças: Enquete ::

Sempre me dizem que sou estranho, que sou diferente, que sou incomum. Bem, eu me considero um cara bem normal, apesar de não ser comum (como um ruivo pode ser comum? hehehe). Mas o que é comum e o que é normal?

Estava pensando. Eu me considero tri normal, o cara mais normal do mundo, com algumas esquisitices para atestar minha normalidade (aquela coisa de Ying Yang, sabem?), e sei que não é comum ser normal. Todo mundo é normal, dentro de sua própria normalidade? EXISTE normalidade? Se existe, o que é normal? Sei lá... Muito complicado para uma bela tarde de sol, hehehe.

Só deixo uma pergunta, objeto da enquete: é normal ser comum, ou incomum ser normal?

Cristiano Molina
- Filosofando enquanto fala com "no-brainers"...


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:: Relatos da Província: Drops ::

As vezes tenho a impressão de que vivo em um programa de TV no estilo do "Truman's Show", e que meus amigos são todos atores contratados que estão sendo mal pagos.

Errata: O "mal pagos" não é por má qualidade dos mesmos, e sim pq está todo mundo sempre duro.

:: The Tødåy ØST ::

Sem letras hoje, apenas algumas músicas que estão me embalando.
- The White Stripes - Blue Orchid
- System of a Down - B.Y.O.B.
- Slipknot - Duality (Single Version)
- Simple Plan - I Wont Be There
- Linkin Park - Breaking the Habit
- Green Day - All the Time
- Blur - Song 2
- Hoodoo Gurus - What's My Scene
- The Killers - Smile Like You Mean It
- Face to Face - I'm Popeye the Sailor Man
- Nightwish - Angels Falls First
- Train - Ordinary
- Yellowcard - Ocean Avenue

Cristiano Molina
- Cada vez mais enjoado sempre que escuta Pitty no rádio...


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segunda-feira, 26 de setembro de 2005

:: Relatos da Província: Suplemento ::

E na província, os dias vão passando...

Sim, começa igual ao último post, mas não é repetição. Sei lá, gostei da frase, acho que vou usar mais vezes ainda, hehehe. De qualquer forma, de fato os dias vão passando por aqui. Estresses a parte, as coisas vão indo bem, minha recuperação está demorada, mas constante e sem complicações (consegui ficar longe do nitrato de prata até agora). Fora grana (como sempre), o resto vai bem, hehehe.

Já estou de celular novo, mas optei por não divulgar o número para o "grande público". Quem tem que ter, ou já tem, ou vai ter em breve. Por enquanto acho que tá dando pra contar nos dedos as pessoas que têm o número.

Mas o final de semana foi bom, com direito a várias horas só pra mim, descansando, ouvindo música ou maltratando o Taquara (meu violão) na solidão da nuvem, curtindo uma polarzinha gelada batendo papo com o Rodrigo, boas conversas com meu pai nas idas e vindas do hospital, relacionamento mais leve com a Loira (mãe), saudade grande da minha irmã, e passar um domingo de sol bem gostoso com a minha gatinha linda, ainda encontrando bastante gente na Redenção... É, o findi foi bom mesmo.

Teria algumas teorias malucas sobre a vida, o tempo, o espaço, entropia, paradoxo, sentimentos e acompanhamentos para torradinhas, mas tá tarde... E eu estou com sono...

Boa semana!


:: The Tødåy ØST ::

Tenho ouvido Leoni na Hora do Rush, e resolvi baixar alguma coisa para ouvir em casa (já que agora tenho um HD de 30Gb novinho para ATROLHAR de MP3, hehehe). Essa música parece ser muito boa de tocar (por enquanto estou tentando aprender outra música do CD do cara), e é muito boa de ouvir também. E alguns trechos dela me fizeram pensar, e outros trechos me fizeram sorrir. De fato, tem bastante a ver comigo.

Carro e Grana/A Fórmula do Amor
Leoni


Houve um tempo em que tudo girava ao meu redor
Dos meus desejos e vontades
E todo mundo ria de tudo que eu dizia
E eu dizia um monte de bobagens

Eu achava que tinha de tudo para sempre
Que eu tinha amigos de verdade
Mas a verdade sempre vem bater à porta
A gente tenha ou não vontade

Já tive carro e grana
E um monte de convites pra qualquer lugar
Hoje eu só ando a pé
Mas eu continuo a andar

E aquelas pessoas que andavam ao meu redor
Hoje escolheram uma menina
Que por enquanto acredita em tudo que eles dizem
É a mesma história toda vida

O que eu sei eu sei que ela só vai descobrir
Quando ela sair de moda
Um tropeço ensina mais do que o sucesso
E é tudo bem mais claro agora

Já tive carro e grana
E um monte de convites pra qualquer lugar
Hoje eu só ando a pé
Mas eu continuo a andar

Já tive carro e grana
E um monte de convites pra qualquer lugar
Hoje eu só ando a pé
Mas eu continuo a andar

Eu tenho o gesto exato, sei como devo andar
Aprendi nos filmes pra um dia usar
Um certo ar cruel de quem sabe o que quer
Tenho tudo planejado pra te impressionar

Luz do fim de tarde, meu rosto em contra-luz
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão

Mantenho o passo alguém me vê
Nada acontece, eu não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei

Ainda encontro a fórmula do amor
Ainda encontro a fórmula do amor
Ainda encontro a fórmula, a fórmula do amor

Eu tenho a pose exata pra me fotografar
Aprendi nos livros pra um dia usar
Um certo ar cruel, de sabe o que quer
Tenho tudo programado pra te conquistar

Eu tenho um bom papo e sei até dançar
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão

Mantenho o charme, alguém nem vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei

Ainda encontro a fórmula do amor
Ainda encontro a fórmula do amor
Ainda encontro a fórmula, a fórmula do amor


Cristiano Molina
- Andando a pé, devagar e mancando, mas andando...


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quinta-feira, 15 de setembro de 2005

:: Relatos da Provîncia: Visões ::

E na província, os dias vão passando...

Porto Alegre é, de fato, uma capital provinciana. O povo daqui é provinciano, cheio de manias e maneirismos. Temos um jeito todo nosso de falar, de se expressar, de caminhar na rua, de olhar (ou não olhar) nos olhos dos outros. Enfim, estar em Porto Alegre é para os "estrangeiros", uma viagem no mínimo peculiar. Mas não vou começar mais um post sobre o povo de Porto Alegre, como tantos que já escrevi, e como tantos que outras pessoas já escreveram. Não, vou escrever coisas mais pessoais esta noite.

Ando contemplativo. Quieto. Ando curtindo mais a minha própria companhia, prefiro andar por aí sozinho, no meu ritmo (que se tornou lento, por causa da cirurgia que ainda está em fase de cicatrização), pensando as minhas besteiras, ouvindo meu som nos fones de ouvido, e exercendo um dos meus principais hobbys: peoplewatching. Sou um Peoplewatcher patológico, gosto de olhar as pessoas, observá-las, imaginar coisas sobre elas, imaginar de onde elas vêm, para onde estão indo, o que estão pensando, qual o sabor de sorvete que preferem, se gostam de vinho, se falam dormindo, enfim... muitas viagens...

Tenho andado pela cidade, de ônibus ou a pé, observando a coloração cinza do céu nos últimos dias, observando a chuva que cai, e pensando muito. Em muitas coisas. Tenho pensado em muitas coisas, que poderiam ser usadas para posts no blog, mas ando meio sem tesão por escrever. Incontáveis vezes fiz a preparação de praxe (chá quente, cobertor nas pernas, cortinas fechadas, luzes apagadas, fones de ouvido em um volume que me isolasse do mundo, MSN fechado, bloco de notas aberto e idéias de sobra na cabeça), e ao começar as primeiras batucadas no teclado, perdi a vontade.

Pensei sobre muitas coisas, desde minhas viagens normais sobre a vida e as pessoas, até textos bem técnicos com dicas práticas sobre Photoshop e Dreamweaver, coisas sobre administração e até a situação política vergonhosa de nosso país, e tudo acabou ficando pra depois. Sempre pra depois. Acho que estou em uma fase de apenas observar, pensar, internalizar, digerir informações, organizá-las, tentar entender o que está acontecendo ao meu redor. É mais fácil ficar quieto e só olhar, quando não se tem certeza do que se quer dizer. Descobri na raiva uma força muito grande dentro de mim, e sinto medo de deixar isso sair e acabar machucando as pessoas erradas. Melhor ficar quieto. Mais fácil assim.

Nessa minha fase de contemplação, tenho observado muitas coisas. A cidade fica mais bonita se a gente passa a ignorar as pessoas na hora do rush. Se quando tu está sentado no ônibus, em pleno horário de pique, e olhar pela janela, através dos pingos de chuva que se acumulam no vidro, e simplesmente ignorar toda a confusão das pessoas estressadas depois de um dia de trabalho ou a caminho da faculdade, tu vai perceber como a cidade é bonita, tranquila, calma. É preciso ter uma boa capacidade de se isolar de todo o resto, do resto do mundo, dos ruídos. Para isso, eu uso meus fones de ouvido. É uma boa maneira de observar a cidade, com direito a trilha sonora (graças ao Mestre Borba).

Tenho visto muitas coisas, interessantes ou não. Tenho visto pessoas conseguirem vitórias pessoais e profissionais, e fiquei feliz por elas. Tenho visto em mim uma mudança de postura dentro da empresa, com menos stress e mais vontade de trabalhar, e de me dar bem com os colegas. Estou revendo os prazeres de estar a disposição para ajudar os outros, e isso tem me feito bem. Tenho visto também a ignorância das pessoas com desconhecidos, e me deixei contagiar por essa falha de caráter. Depois de descer de um ônibus lotado, vendo estrelinhas de tanta dor, simplesmente sair caminhando sem desviar das pessoas (elas que desviem, oras) aos poucos vai me acalmando, e chega a me arrancar um sorriso do rosto. Estranho isso vindo de mim? Nem tanto...

Mas tenho visto coisas que me tocaram. Vi minha família se preocupar de fato comigo, de uma maneira que eu não pensei ver desde os meus 10 anos de idade. Vi meus amigos entenderem até que ponto poderiam brincar com a minha dor, e vi algumas pessoas pedirem desculpas ao perceber que haviam passado do limite. Mas principalmente, vi nos olhos de uma guria linda a paz e tranquilidade que a minha alma está precisando. Vi essa guria me abraçar, me beijar, se aninhar no meu abraço, e nesse final de semana vi essa guria cantar e tocar, olhando nos meus olhos e sorrindo. Música. Música, nos olhos da minha namorada. E não naquele momento, mas muito antes, e durante, e depois, ainda agora, vejo a paixão surgir, tímida, mas sólida.

São essas coisas, pequenas ou grandiosas, irrelevantes ou importantes, interessantes ou tediosas, que só percebemos quando ficamos quietos e apenas observamos o mundo a nossa volta, e o mundo dentro de nós, que têm me mantido com um nível razoável de sanidade. Vagando pela província, atravessando lugares desertos à noite, à passo lento, atento a todo e qualquer movimento, ou singrando a multidão apressada enquanto ignoro totalmente o resto do mundo e me internalizo. Paradoxal, não é?


:: The Tødåy ØST ::
Esta noite estou ouvindo uma seleção retirada da discografia completa do Coldplay, e acho que as que mais se encaixam com o momento são "Green Eyes", "Warning Sign", "Amsterdan", "We Never Change", "Til Kingdon Come", "Yellow" e as versões acústicas de "Careful Where You Stand" e "See You Soon". Mas a música que deixo para vocês hoje, vai especial para a minha namorada, que esteve de aniversário neste final de semana. Mariana, eu te adoro muito! E nunca demais...

Quando um certo alguém
Lulu Santos


Quis evitar
Teus olhos
Mas não pude reagir
Fico à vontade então

Acho que é
bobagem
A mania de fingir
Negando a intenção

Quando um certo alguém
Cruzou o teu caminho
E te mudou a direção

Chego a ficar
sem jeito
Mas não deixo de seguir
A tua aparição

Quando um certo alguém
Desperta o sentimento
É melhor não resistir
E se entregar

Me dê a mão
Vem ser a minha estrela
Complicação
Tão fácil de entender
Vamos dançar
Luz vira madrugada
Explicação
Pra tudo o que eu viver

Quando um certo alguém
Desperta o sentimento
É melhor não resistir
E se entregar

Me dê a mão
Vem ser a minha estrela
Complicação
Tão fácil de entender
Vamos dançar
Luz vira madrugada
Explicação
Pra tudo o que eu viver


Cristiano Molina
- E na província, os dias vão passando...
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quinta-feira, 1 de setembro de 2005

:: Chove, chuva ::

E chove em Porto Alegre. Chove há dias, para falar a verdade. Eu gosto de chuva, sempre gostei, mas ultimamente tenho gostado de uma maneira diferente. Sempre gostei da chuva molhando o meu corpo, gostava de sair na chuva, de braços abertos, erguer o rosto e deixar a água cair. Mas alguma coisa mudou.

De alguma maneira, me sinto "desconectado" das forças lá de cima, com as quais sempre conversei através da chuva. Agora, ao invés de ficar andando por aí, na chuva, pensando na vida e nas coisas da vida, prefiro ficar do outro lado do vidro, olhando a chuva cair, sentindo seu cheiro, mas fora de seu alcance. A chuva sempre foi algo mágico para mim, mas ultimamente essa magia tem sido meio melancólica.

Ao contrário do que possa parecer, eu estou bem sim, estou muito bem, levando em consideração a minha situação atual. Sou um otimista patológico, para mim as coisas sempre vão dar certo, sempre vão melhorar, e não vai ser diferente dessa vez. Já estão melhorando, com toda a certeza. Esse post não tem um propósito muito nobre, nada além de pura e simples "expressão de uma mente perturbada".

Estou ouvindo Coldplay agora, com uma das músicas deles que mais gosto: "God Put a Smile Upon My Face". É uma boa música para andar na chuva, e eu sinto falta de um motivo para fazer isso. Acho que o principal motivo de eu andar "à margem da chuva" é a falta de tempo, sabe? Não tenho tempo mais para fazer certas coisas, nem saúde, e isso eu pretendo mudar. Se o tempo eu não posso resolver, a saúde eu posso.

Quase escrevi outro texto sobre o mercado de webdesign hoje, mas achei melhor ler mais antes de colocar algo "no papel". Alguns assuntos não dá pra simplesmente sair falando, é bom se informar bem antes, pesquisar, ver se tu não está falando besteira, hehehe.

Bem, vou voltar para o meu trabalho. Ao som de Jack Johnson, "Never Know", sonzinho bom pra ficar deitado em casa, debaixo das cobertas, só vendo a chuva cair...

Cristiano Molina
- Frank Jorge é meu amigo, e nada me faltará...


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quarta-feira, 24 de agosto de 2005

:: Webdesigner x "O Guri do 404" ::

Eu estava pensando dia desses. As áreas ligadas à informática sofrem da falta de um conselho que regule a profissão, e faz com quem qualquer um que "saiba" alguma coisa sobre o assunto possa exercer. Qualquer um se diz "técnico", e desvaloriza a profissão e os profissionais como um todo. E isso se agrava quando falamos de internet.

Existem muitas diferenças entre um profissional que estudou realmente sua profissão, com fundamentação teórica, com conhecimentos provenientes de pesquisas bem elaboradas, e experiência séria no mercado, e um "curioso", que leu alguns livros, baixou alguns programas e apostilas, e aprendeu tudo na prática, sem um conhecimento profundo e real do assunto.

Na informática, existe um personagem fictício chamado "o guri do 404", que é aquele filho do vizinho que a gente sempre ouve falar quando passamos um orçamento. "Tudo isso? Mas o filho do vizinho do 404 disse que faz pra mim, e me cobraria menos da metade disso". Bem, sempre que eu escuto isso de um cliente, tento negociar, e se o cliente bater muito na tecla do preço estar muito alto, dispenso o job. Isso mesmo, eu dispenso o cliente.

Como não dependo do trabalho de webdesigner para viver, afinal tenho outra ocupação pela qual sou relativamente bem pago, me dou ao luxo de escolher para quem trabalho, e quais trabalhos vou pegar. Também por não depender dos jobs como webdesigner e designer, acabo por manter uma tabela de preços um pouco abaixo da média do mercado, mas não muito. Quando um cliente reclama do preço, é o primeiro passo para perder pontos comigo e acabar por ser dispensado em um job futuro.

A diferença entre um bom profissional e "o guri do 404" não é apenas o preço. A tendência da sociedade é inundar cada vez mais o mercado com os "falsos profissionais", pois nos últimos anos a profissão de design ganhou cada vez mais visibilidade, e hoje as pessoas vêem os profissionais dessa área como "pessoas de glamour e sofisticação". Tem muita gente por aí que estufa o peito na hora de falar "sou webdesigner", mas sem nunca realmente ter ido além de algumas brincadeiras no Photoshop e no Frontpage.

A própria expressão "design" hoje em dia foi subvertida, e temos novos profissionais por aí se entitulando "hair designers", "fashion designers", "living designers", quando na verdade são cabeleireiros, costureiros e decoradores. Pessoas são engraçadas, mas esse é outro mérito. O que eu quero demonstrar nesse parágrafo é um dos motivos pelos quais a profissão de design está tão mal cotada. Qualquer um se diz "designer" ou "webdesigner" hoje em dia, e os clientes passam a achar que estão fazendo um favor ao contratar um profissional.

Hoje, ao mesmo tempo em que um designer é uma pessoa que detém um grande status na sociedade, academicamente ainda carece de reconhecimento no mercado. Não existem pesquisas válidas e amplamente divulgadas na área, ao contrário de outras profissões mais técnicas ou científicas. Atualmente, design é visto somente como "estética", quando na verdade profissionais sérios se preocupam também com outros aspectos do design que são ignorados pelos leigos e curiosos.

Design não é apenas estética, não é apenas "fazer coisas bonitinhas". Design hoje em dia engloba conceitos como combinações cromáticas, ergonomia, praticidade, familiaridade, identificação, marketing; design hoje é vender, é desenvolver um ambiente não apenas atraente, porém prático e confortável, é fazer com que o usuário e/ou cliente realmente compre o que está vendo. Design é fidelização!

O profissional que se diz designer ou webdesigner hoje tem muito mais responsabilidade do que se imagina. O bom profissional da área deve compreender os diversos conceitos agregados ao serviço, e desenvolvê-los de maneira responsável, primando sempre pela qualidade. O bom profissional sabe o valor que tem, e por isso mesmo acaba "custando mais caro".

E agora, falando em "custo", entra um outro detalhe. O bom profissional não "custa", é um investimento. No momento em que algo passa a ter "custo" em uma campanha, deixa de ser necessário. O leigo ou curioso sim custa, pode até custar pouco, mas é custo. O que é pior para uma empresa? Ter um custo baixo ou um investimento? Depende do resultado esperado. Garanto que o "guri do 404" não vai dedicar boa parte de seu tempo a estudar e desenvolver seus conhecimentos, investir em cursos, seminários, livros, revistas, deixar seus joguinhos online de lado para estudar, pois se o fizer, vai acabar cobrando mais por seus serviços, e deixará de ser um leigo, entrando para o hall dos "profissionais".

Porque contratar um profissional de design? Pela mesma razão que se contrata um profissional de engenharia ou arquitetura, ou um construtor. Qualquer um pode desenhar uma casinha, qualquer um pode empilhar uns tijolos, mas são esses profissionais que têm o conhecimento teórico e prático real, que se especializaram, para realizar tais funções de maneira competente e segura, e que têm certificados e diplomas que confirmam sua capacidade. Você entregaria o projeto da sua casa para o filho do vizinho que leu um livro sobre construção e fez uma casinha de cachorro para treinar? É a mesma coisa.

A área de design ainda carece de boas pesquisas e trabalhos sérios que tratem do assunto de maneira mais técnica e menos sensacionalista, mas já existem pesquisas e conceitos bem desenvolvidos, que são usados pelos profissionais sérios da área. Como em toda profissão, existem bons e maus profissionais, resta ao cliente decidir que tipo de resultado ele espera, e arcar com as consequências de tal escolha. Resta ao cliente saber se quer um baixo custo, ou um investimento.

Cristiano Molina
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terça-feira, 16 de agosto de 2005

:: International Day of "We Love Cristiano Molina" ::

Então tá aí. Dia 16 de agosto. Dia internacional de adoração ao Cristiano Molina. As 21h30 minutos do dia 16 de agosto de 1982 chegava ao mundo este que vos fala, nada mais nem nada menos que um leonino ruivo de olhos verdes e cabelo que teima em ficar cacheado quando cresce demais, e que acha que escreve bem. Até pensei em mandar fazer umas camisetas escritas "I Love Cristiano Molina", mas ninguém iria usar mesmo.

Desde então, muita coisa aconteceu no mundo. Eleições diretas, queda do Muro de Berlim, "Guerra do Iraque 1", "Guerra do Iraque 2: O Retorno do Cowboy Americano da Calça Apertada", Matrix, Caras Pintadas, Ônibus Espaciais explodindo, Internet, Internet Banda Larga, Lady Diana morreu assassinada por franceses alienígenas do espaço sideral, Boys Bands apareceram, sumiram, e reapareceram, O CD e o DVD entraram em nossas vidas, telefones celulares, Jaspion, Changeman e Cybercops, onzenta e duas bandas fizeram muito sucesso e desapareceram, outras onzenta e treze estão por aí até hoje, o Windows, a pílula do dia seguinte, papel reciclado, Jornada nas Estrelas teve seu primeiro capitão mulher, o Anakin finalmente perdeu as pernas, Meias Vivarina, Facas Ginsu (quem venceria?), Rádio PopRock e o Cafezinho, Forum Social Mundial, Sexo Oral na Casa Branca, Sexo Anal no Planalto Central (nessa foda o povo entrou com a bunda), mas nenhum desses eventos, ou qualquer outro, conseguiu ofuscar o simples fato de que, em uma noite de segunda-feira, 23 anos atrás, eu vim ao mundo, em um hospital da "capital mais provinciana do Brasil", Porto Alegre. E, desde então, o mundo vem testemunhando as maravilhas da minha existência magnânima, incondicional, e necessária!

Apesar do ataque de megalomania, e tirando as brincadeiras de lado, definitivamente não posso dizer que está sendo "o melhor aniversário da minha vida", visto que vou passá-lo na cama. Eu não pensei que fosse humanamente possível um ser humano dormir tanto, mas aí eu lembrei do meu pai, e percebi que essa é mais uma carga hereditária que eu recebi dele (junto com o cisto que retirei 11 dias atrás). Eu sempre me considerei vil para a dor, fraco mesmo, mas descobri em mim limites que eu não acreditava possíveis. A cirurgia que fiz foi bem simples, coisa rápida de menos de 1 hora, mas a recuperação é lenta, e muito dolorosa. Mais umas 7 semanas, até eu estar 100%. Por esse motivo, esse ano não vai ter festinha de aniversário no Opinião. Ao invés disso, vai rolar só uma "confraternização com os amigos mais chegados", em um lugar que não consta nos mapas da boemia portoalegrense, longe da civilização, e onde espero ter comigo não todas, mas algumas das pessoas mais importantes que eu escolhi para a minha vida. Às que não puderem vir, digo o seguinte: vão perder o segundo melhor xis da cidade! Hehehehe...

De qualquer forma, estou fazendo um "test-drive" da minha coluna, sentado na frente do PC, escutando a rádio Virgin de Londres via web, de fones de ouvido, curtindo um pouco de Rod Stewart, Simple Minds, Elvis Costello, The Verve, Train, REM, Lynyrd Skynyrd, The Who, entre outros, e vez que outra aparece algo novo do mercado britânico, pra eu conhecer... Ah, e não adianta me mandar e-mails, pq meu e-mail do Terra certamente já estourou a capacidade, visto que não é limpo desde o mês passado. Querem falar comigo, deixem recado aqui, scrap no Orkut, ou liguem pro meu celular.

Ok, meu limite de tolerância está chegando perto do fim, e a dor está começando a afetar minha capacidade de concentração, então vou dormir ao som de Coldplay e Oasis, e "best wishes for all". Vou voltar para a cama, que é o meu lugar. A nuvem tem cuidado bem de mim, com direito à uma enfermeira muito especial: te adoro, Mari.

Cristiano Molina
Agora na versão 2.3b...


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sábado, 30 de julho de 2005

:: When things start to get better ::

Exatamente quando as coisas pareciam ir muito bem, algo acontece para estragar tudo. Realmente, o poder o "olho gordo", da inveja ou como quer que vcs queiram chamar é algo poderoso, e mesmo que nos agarremos à nossa própria força pessoal para rebater estas energias, as vezes nos falta força para rebater tudo que nos é arremessado.

Vcs devem ter estranhado meu sumisso por aqui, e também no MSN, ICQ, E-Mails não respondidos, etc... O motivo é muito simples: passei boa parte da semana de cama, com um problema de coluna, que operarei no final da próxima semana. E lá se irão mais alguns vários dias de recuperação pós-cirúrgica. Dias sem trabalhar, dependendo dos outros, e a base de remédios para não sentir tanta dor. Definitivamente, não é algo agradável. Espero que pelo menos isso faça os parasitas se sentirem melhor. "O Cristiano recebeu um pouco do que mereceu", provavelmente deve ter gente dizendo (ou pelo menos pensando). Mas foda-se, fodam-se. Pelo menos já tirei o dreno da coluna, e agora dói bem menos, e na segunda-feira volto a trabalhar, para adiantar um pouco de serviço antes da cirurgia.

Só me entristece um pouco que a festa que eu havia marcado no Opinião, para o dia 20 de agosto, teve de ser cancelada, já que vou estar em pós-operatório ainda, provavelmente já terei voltado a trabalhar, mas não estarei bem o suficiente para uma festa. Logo, por esse e outros motivos, este ano não comemorarei meu aniversário. Se o fizer, será apenas com algumas poucas pessoas, de dentro do meu círculo familiar (e nisso eu incluo alguns amigos e minha namorada, além de minha própria família). Mas eu realmente queria essa festa. Acho que por isso ando meio impaciente, e amargo. Porque sei que tem gente feliz com o que aconteceu.

Mas é isso aí. Não tenho muito a dizer. Felicidade para todos, principalmente para aqueles que ficaram satisfeitos com a notícia. Get a life...

Cristiano Molina
- Shall be strong. Shall be mighty. Shall be me, always ahead.


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segunda-feira, 18 de julho de 2005

:: O Retorno de Jedi ::

Olá pessoas! Sim, ele voltou! O boêmio voltou, novamente. Partiu daqui tão contente. Porque razão quer voltar? Ok, ok, ok, deixando de lado as viagens, eu estou de volta. Vivo, bem e relativamente feliz, apesar dos pesares. As últimas semanas (várias semanas) foram bem difíceis para mim, e por isso sumi. Peço desculpas pelo tempo "off-line", pelos "oi"s ignorados no MSN, pelos telefonemas não atendidos ou mal atendidos, mas realmente as coisas andaram complicadas aqui pros lados da nuvem.

De qualquer forma, tenho algumas novidades. Terminou o semestre, e com muito esforço consegui passar em tudo sem G2. Correria do cão, noites sem dormir, mas valeu a pena, com direito a nota 10 no meu artigo de pesquisa (sobre Motivação Organizacional, que modéstia a parte, realmente ficou muito bom; é presunção demais ficar tão satisfeito com o próprio trabalho?) e notas relativamente altas nas outras cadeiras (apesar de ter tido que gerar uma certa polêmica com uma professora que tinha um método de avaliação subjetivo demais para o meu gosto).

Valeu a pena sumir, me f**er estudando, e pretendo agora no segundo semestre colocar alguns outros projetos em prática. Se tudo correr bem, o próximo ano vai começar de maneira fantástica, mas para isso vou precisar me esforçar ainda mais do que me esforcei no último semestre. Minha vida profissional e acadêmica vai demandar muito mais esforço e tempo ainda, mas vai valer a pena.

Outra coisa que percebi foi que realmente esse lance de "emoboy" veio para ficar. Não sei bem se foi a matéria no jornal, ou se isso realmente já estava se armando para acontecer, mas eu realmente estou me tornando um "rosto conhecido" em Porto Alegre. Além de ser reconhecido na rua vez que outra (tem se tornado mais raro, conforme o tempo passa; ainda bem), tenho sido informado que até mesmo virei assunto e "estudo de case" em aulas universitárias, e até mesmo virei tema de trabalho de jornalismo (eu e meu digníssimo blog, ao qual chamo carinhosamente de "nuvem", hehehe). Com isso, até venho pensando em voltar a mexer com esses lances de "promoter" da noite, sabe? Quem sabe... Aproveitar a pseudo-fama para ganhar uma graninha extra, hehehe...

Ah, e bancando o "promoter", aproveito para divulgar o trabalho de uma banda nova no mercado, a banda Projectil (www.projectil.com.br). Banda do meu grande amigo Daniel Schantz, eles fazem um hard rock de qualidade, e vão estar fazendo um show no bar The Cave, na Vasco da Gama 1070, no dia 23/07, a partir das 22h. Os caras estão com uma história interessante já, estão com produtora, e têm muito potencial para desenvolver um bom trabalho na cena musical gaúcha. Fica a dica, para quem curte hard rock.

Agora, entrando em polêmicas e assuntos irrelevantes, não necessariamente ligados à minha pessoa ou à minha vida. Porque a idéia de "relacionamento" se tornou algo visto como ERRADO pela sociedade? Já notaram como as pessoas, atualmente, desenvolveram uma aversão total a assumir um relacionamento, seja ele através de uma ficada mais séria, um namoro, um noivado ou mesmo um casamento? É como se de repente ser solteiro, livre, e não assumir seus sentimentos por outra pessoa tivesse se tornado o "modus operandi" correto da "sociedade dos 20 aos 40" em Porto Alegre.

É como se, de alguma forma, hoje fosse o politicamente correto seguir as diretrizes "estudar, trabalhar e jamais se envolver", ao invés de simplesmente viver, construir um bom futuro, e tentar tirar o máximo da vida, sendo o mais feliz possível em cada etapa da vida. Sinceramente, não sei em qual ponto da nossa história a idéia de "namoro" se tornou um exemplo de "maus modos". Ok, nesse ponto eu devo assumir uma parcela de culpa, porque nunca fui o melhor exemplo de pessoa equilibrada nesse ponto.

Eu admito, sempre tive alguma dificuldade para assumir um relacionamento, mais por medo de ser rejeitado quando fizesse a proposta, do que por medo do relacionamento em si. Eu não sei se as outras pessoas têm o mesmo problema que eu, medo da rejeição, mas é fato que algo de errado está acontecendo na nossa sociedade. Em algum momento, alguns valores se inverteram, outros se perderam, e se formou essa bagunça que é a "emodinâmica" que estamos vivendo atualmente. Onde estão as pessoas maduras e corajosas dessa cidade? Algo a se pensar...

Mudando um pouco de assunto, o que tem sido essa bagunça no planalto central, hein? Bah, tem tanta merda sendo jogada no ventilador, que dá até pena dos caras. Ok, menti, não sinto pena alguma, mas aposto que tem gente que sente. Cada um, pra não afundar tão depressa na merda, puxa mais um pra dentro do poço para usar de apoio. E ainda se acham espertos, fazendo papel de trouxas na frente de todo o mundo. Não vou entrar muito nesse assunto, até porque política nunca foi, nem vai ser, o meu forte. Sou analista de suporte, não cientista político.

Eu tenho muita coisa pra escrever ainda, mas já é quase meia-noite, e eu tenho que dormir pra trabalhar cedo amanhã. Só queria deixar mais uma novidade, das tantas que têm acontecido na minha vida. Mudança no estado-civil deste que vos escreve. Isso mesmo, venci o medo, e cá estou. Depois de mais de 2 anos sem me apresentar como "rapaz compromissado", estou agora saindo oficialmente do mercado de solteiros de Porto Alegre. Nesse final de semana, resolvi aproveitar a oportunidade que a vida me deu, colocando na minha vida uma pessoa fantástica, linda, que eu estou aprendendo a admirar cada vez mais, que me faz muito bem, e combina comigo em muitas coisas. E o inesperado aconteceu: ela aceitou! E eu estou muito feliz com isso, e espero que quem estiver lendo isso também esteja feliz por mim.

Ah, e mais uma coisa. Já coloquem em suas agendas que, na noite de 20 de agosto, ocorrerá a festa anual de adoração ao Cristiano, na ocasião do primeiro sábado pós Dia Internacional do Cristiano (que ocorre todos os anos, no dia 16 de agosto). O local da festa, ainda não confirmado, provavelmente será como de costume o Bar Opinião, sendo que haverá uma comemoração secundária em uma outra noite, provavelmente no Dublin, para aqueles meus amigos e parentes que não curtem a badalação de uma danceteria, e preferem um ambiente mais tranquilo. A comemoração secundária ainda não está confirmada, mas provavelmente ocorrerá entre os dias 16 e 20 de agosto.

Tendo dado a última notícia dessa vida que rola nas nuvens, me despeço... boa semana para todos!

:: The Tødåy ØST ::
Complicado escolher a trilha para hoje. Começo de semana, muitas coisas mudando na minha vida, para melhor (muito melhor). Muitos motivos, para tantas canções, tantas dúvidas sanadas, e tantas novas dúvidas surgindo todos os dias. E a trilha, para iniciar a semana, vem com uma das minhas bandas prediletas, com minha canção predileta deles. Uma música especial para mim. Com vocês, Coldplay.

God Put A Smile Upon Your Face
Coldplay


Where do we go, nobody knows
I've gotta say I'm on my way down
God give me style and give me grace
God put a smile upon my face

Where do we go to draw the line
I've gotta say, I wasted all your time, oh honey honey
Where do I go to fall from grace
God put a smile upon your face, yeah

Now when you work it out I'm worse than you
Yeah when you work it out, I want it too
Now when you work out where to draw the line
Your guess is as good as mine...

Where do we go, nobody knows
Don't ever say you're on your way down, when..
God gave you style and gave you grace
And put a smile upon your face, oh yeah

Now when you work it out I'm worse than you
Yeah when you work it out, I want it too
Now when you work out where to draw the line
Your guess is as good as mine...

Where do we go, nobody knows
Don't ever say you're on your way down, when..
God gave you style and gave you grace
And put a smile upon your face


Cristiano Molina
- She puts a smile upon my face...


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quarta-feira, 6 de julho de 2005

:: In Between Dreams ::

Passagem rápida, apenas para dizer que estou vivo. Andando por aí, perdido nas noites de Porto Alegre, na maior parte do tempo encerrado dentro da minha nuvem, mas vez que outra vagando nas ruas, como sempre, em busca não sei do que. As vezes, até mesmo encontro o que eu procuro...

Mas estou vivo.

E em breve, de volta...

"... I've slept so long without you
It's tearing me apart too
How'd it get this far
Playing games with this old heart

I've killed a million petty souls
But I couldn't kill you
I've slept so long without you..."


Cristiano Molina
- Walking... Waiting... Hunting...


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